Disciplina do 3º ano de Licenciatura Em Ensino Básico - 1º Ciclo

Metodologias do Ensino da História e Geografia de Portugal

3º ano
Curso de Ensino Básico (1º Ciclo)


OBJECTIVOS:

Esta unidade curricular contempla aspectos metodológicos orientadores de aprendizagens, capazes de motivar os jovens alunos dos futuros professores do 1º ciclo, despertando-lhes o interesse pelo Homem como construtor da História e pelos lugares onde se desenrolaram os acontecimentos.
Pretende-se desenvolver, com os futuros professores do 1º ciclo, um trabalho que mostre a importância da utilização de metodologias activas que respondam aos interesses das crianças que se iniciam no contacto com um tempo passado e um espaço alargado, numa fase evolutiva marcada pelas operações concretas, em que a compreensão das estruturas espacio- -temporais são ainda complexas.
Será nossa intenção contribuir, numa perspectiva de didáctica disciplinar, para definir o enunciado dos métodos próprios da História e da Geografia, examinando uma sequência progressiva do grau e tipo de complexidade que se pode assumir de acordo com o desenvolvimento cognitivo geral dos alunos. Partindo das correntes mais actuais que preconizam o ensino da História e da Geografia desde as faixas etárias mais baixas, procuraremos fazer com que os futuros professores saibam evidenciar a sucessão, a simultaneidade, a continuidade e a mudança dos fenómenos humanos através do tempo com o propósito, do ponto de vista processual, da aquisição de capacidades para o uso e compreensão das noções de tempo e espaço, a nível lúdico e intuitivo.
Articulando os saberes destes futuros professores com os conteúdos programáticos do Estudo do Meio (1º ciclo do Ensino Básico) e, partindo do princípio que as realidades ainda não conhecidas pelas crianças só serão compreendidas a partir de referências que o meio lhes apresenta, apelaremos para uma actividade permanente do jovem aluno em busca de vestígios do passado, pesquisando pequenos dados, através de recursos variados, de modo a concretizar a ideia de que cada aluno é, ao mesmo tempo, sujeito e agente da História. A abordagem ao meio natural e social, encarada como um todo globalizante, conduzirá à compreensão progressiva das inter-relações entre a natureza e a sociedade.
Tendo em conta uma perspectiva integradora de atitudes, capacidades e conhecimentos, pretenderemos contemplar a educação geográfica através do domínio das destrezas espaciais e das informações geográficas de forma a responder às questões sobre o Meio Físico e Humano.
Ao ser orientador no processo ensino/aprendizagem, o futuro professor deve criar condições para promover o sucesso, apoiando-se num conjunto de princípios que devem inspirar a sua prática pedagógica. Utilizando a maior variedade possível de recursos didácticos, incluindo os que são oferecidos pelas novas tecnologias de informação e comunicação, deve desenvolver capacidades de comunicação, imaginação (pensamento empático - empatia histórica - a partir de fontes, situações ou determinadas circunstâncias em que viveram as pessoas de outras épocas), sensibilidade e até um certo espírito crítico. Todos estes aspectos implicam a adopção de estratégias, actividades e recursos diversificados que se situarão, desde a planificação das unidades de ensino, à narrativa expressiva, à observação e interpretação iconográfica, à utilização de representações cartográficas, às visitas de estudo, à organização de painéis temáticos, à elaboração de “dossiers” de documentação e informação, às dramatizações, ao maior recurso à observação do meio local nos seus aspectos histórico-geográficos, tendo como preocupação fundamental levar os alunos mais jovens a serem os construtores dos seus próprios saberes de forma a contribuir para um processo de aprendizagem vocacionado para a aquisição de valores fundamentais, numa educação para a cidadania e no princípio do “aprender a aprender” e do “saber-ser”.
Finalmente, pretende-se estimular, em contacto com manifestações de carácter histórico-geográfico, a produção e o consumo de bens culturais, através de um enriquecimento da capacidade de reflexão, do juízo crítico e da sensibilidade perante o(s) Outro(s) e o Mundo.


CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

1. A História e a Geografia – abordagem a partir de várias perspectivas actuais sobre a didáctica destas disciplinas
2. O contributo da História nas suas vertentes formativa e informativa
2. 1. O papel da História na formação do indivíduo
3. A Geografia e o seu contributo formativo e informativo
3. 1. Nos domínios da Educação Ambiental e da Educação para o Desenvolvimento
4. A temporalidade, a espacialidade e a contextualização
5. Como ensinar História
5. 1. O objecto de estudo
6. Como ensinar Geografia
6. 1. O objecto de estudo
7. Os conceitos em História: sua abordagem didáctica
7. 1. Os conceitos de tempo e de espaço
8. Planificar unidades de ensino
9. Recorrer à narrativa expressiva (“Estórias” da História)
9. 1. Fazer leitura de lendas, contos ou narrações simples, contextualizadas no passado ou em situações histórico-geográficas; ler de forma expressiva algumas narrações do passado
10. Promover a aquisição e o uso de vocabulário adaptado à História e à Geografia
10. 1. Organizar dossiers, painéis e ficheiros temáticos
11. Observar e interpretar imagens
11. 1. Fazer registos iconográficos
11. 1. 1. Elaborar cartazes
12. Utilizar o quadro negro (utilização do espaço de forma racional)
13. Observar filmes-vídeo com posterior relato para extracção de conclusões
14. Organizar visitas de estudo (objectivos, preparação da visita [feitura de guiões], realização da visita, avaliação)
15. Conhecer o meio local – a História Local (sua importância e formas de a conhecer)
15. 1. Realizar trabalho de campo para observação e recolha de dados, com posterior tratamento das informações recolhidas
15. 1. 2. Observar e conhecer ruas (nomes de ruas), edifícios antigos da localidade, ou outros vestígios com interesse
15. 1. 3. Observar e conhecer aspectos geográficos do meio local
15. 2. Ouvir testemunhos de pessoas idosas a propósito de como se vivia noutros tempos (importância da História oral e sua exploração)
15. 2. 1. Fazer registos gravados e posterior tratamento de dados
15. 2. 2. Observar fotografias, vídeos, referentes à própria pessoa ou à família em vários tempos, ou sobre o meio local, marcando as diferenças temporais e espaciais
16. Visualizar filmes ou desenhos animados sobre diferentes cenários temporais, identificando situações e personagens
17. Recorrer a:
17. 1. Imagens sobre aspectos histórico-geográficos
17. 2. Mapas - como observar e explorar um mapa (utilização de representações cartográficas)
17. 3. Documentos escritos - como analisar um documento escrito
17. 4. Barras cronológicas – como construir linhas de tempo simples com referências temporais acessíveis à idade do aluno
17. 5. Fontes orais e mass media (como utilizar a imprensa na recolha de imagens, notícias, ou outros dados)
18. Realizar trabalhos em equipa (regras básicas para o trabalho de grupo)
19. Utilizar a estratégia do Trabalho de Projecto (fases: de preparação, de execução, de avaliação)
20. Explorar a banda desenhada sobre motivos históricos
21. Dramatizar textos – a “história ao vivo” (sua importância e formas de exploração)
22. Utilizar as novas tecnologias de informação e comunicação
22. 1. Pesquisas, orientadas, na Internet
22. 2. Utilizar software específico (enciclopédias em CD-ROM, dicionários, jogos ...)
23. Promover a troca de saberes e experiências (correspondência escolar / intercâmbio cultural entre escolas)
24. Aplicação dos conhecimentos histórico-geográficos na simulação de aulas.

RECURSOS BIBLIOGRÁFICOS

ABREU, M. M. V. – As visitas de estudo no ensino da História, in Revista Portuguesa de Pedagogia, Coimbra, 1972.

AMARO, António Rafael et al – Ensino da História: que conhecimentos e que memória(s),in Revista de História das Ideias, vol. 11, pp.641-680, 1989.

ANTUNES, Fernando Luís; CARVALHO, Manuel Amaro e SILVA, Paulo Azevedo – O jogo didáctico na aula de História), Associação de Professores de História, Lisboa, 1996.

CASTRO, Lisete Barbosa de, RICARDO, Mª Manuel Calvet – Gerir o trabalho de projecto),Texto Editora, Lisboa, 1994.

CITRON, Suzanne – Ensinar a História hoje – a memória perdida e reencontrada, Livros Horizonte, Lisboa, 1990.

CORTESÃO, Luísa – Escola, Sociedade. Que relação?, Edições Afrontamento, Porto, 1982.

EGAN, Kieran – O uso da narrativa como técnica de ensino, Publicações D. Quixote, Lisboa, 1994.

FABREGAT, Clemente Herrero, FABREGAT, Maria Herrero – Como preparar uma aula de História, Rio Tinto, Edições Asa, 1991.

FELGUEIRAS, M.L., - Repensar a História / Repensar o seu ensino, Porto Editora, Porto, 1994.

LEITE, Elvira e outros – Trabalho de Projecto, Edições Afrontamento, Porto, 1989.

MACEDO, Luís de, PETTY, Ana Lúcia Sicoli et al – Aprender com jogos e situações-problema, Artmed Editora, Porto Alegre, 2000.

MANIQUE, A. P. e PROENÇA, Maria Cândida - Didáctica da História -Património e História Local, Texto Editora, Lisboa, 1994.

MARQUES, Ramiro – Ensinar Valores: Teoria e modelos, Porto Editora, Porto, 1997.

MATTOSO, José – A função social da História no mundo de hoje, Associação de Professores de História, Lisboa, 1999.

MATTOSO, José – Breves reflexões sobre o individual e o colectivo em História, in A escrita da História – Teoria e métodos, Ed. Estampa, Lisboa, 1988.

MENDES, J. Amado – O papel educativo dos museus: evolução histórica e tendências actuais, Universidade Católica Portuguesa (Sep. Didaskalia, vol. XXIX, fasc. 1 e 2, pp. 667-692), Lisboa, 1999.

MONTEIRO, Miguel Corrêa – Teoria e prática – algumas reflexões, Colecção Plátano Universitária, Lisboa, 2001.

PESTANA, M. I. – Didáctica do ensino da História, Atlântida, Coimbra, 1966.

PRAIA, Maria – Educação para a cidadania. Teorias e práticas, Asa Editores, Lisboa, 1991.

PROENÇA, Maria Cândida - Didáctica da História (textos complementares), , Universidade Aberta, 1991.

PROENÇA, Maria Cândida – Ensinar/Aprender História. Questões de Didáctica Aplicada, Livros Horizonte, Lisboa, 1990.

ROLDÃO, Maria do Céu – Gostar de História, um desafio pedagógico, Texto Editora, Lisboa, 1987.

SOBRAL, J. M. – Memória social e identidade. Experiências individuais, experiências colectivas,in A História: entre Memória e Invenção, nº 03, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998.

SOEIRO, Raquel e POEIRA, Maria de Lurdes – Didáctica da Geografia, Universidade Aberta, Lisboa, 1991.

SPORCK, J. A. e TULLIPE, O. – Interesse e valor educativo da Geografia, in Manual da Unesco para o ensino da Geografia, Ed. Estampa, Lisboa, 1978.

VIDIGAL, Luís – Os testemunhos orais na escola. História oral e projectos pedagógicos, Edições ASA, Porto, 1996.

ZABALZA, Miguel – A planificação e desenvolvimento curricular na Escola, Edições ASA, Porto, 1994.



Importância dos conteúdos da disciplina de
Metodologias do Ensino da História e Geografia de Portugal
para a formação profissional dos futuros docentes

COMPETÊNCIAS

Os conteúdos abordados na disciplina de Metodologias do Ensino da História e Geografia de Portugal contribuirão para a formação profissional dos discentes / futuros docentes, no sentido de criar e desenvolver competências.

Tal como em Evolução Histórico-Geográfica de Portugal, também os conteúdos agora propostos na disciplina a leccionar no Curso de Ensino Básico (1º ciclo) Metodologias do Ensino da História e Geografia de Portugal , tornam-se áreas privilegiadas para a assunção e clarificação de valores morais, estéticos, cívicos e socio-políticos, bem como para o desenvolvimento de atitudes que lhes estejam associadas.
Numa noção ampla de competências que integrem conhecimentos, capacidades e atitudes salientamos os seguintes aspectos:

O saber passará pela compreensão aprofundada do conhecimento histórico-geográfico que deverá ser entendido como um estudo cientificamente conduzido sobre a evolução das sociedades, levando à descoberta de que, na História e na Geografia, existem referenciais para cada um se encontrar a si próprio, construindo estruturas definidoras de uma identidade pessoal e de uma relação harmoniosa com o mundo que o rodeia.
Reflectindo sobre a pluralidade de dimensões e objectivos da História e articulando em simultaneidade, não apenas o económico, o social e o político-institucional, mas também o cultural e o mental, estabelecer-se-ão pontos de partida para a compreensão da dinâmica histórica como um processo de continuidades e mudanças, rupturas e permanências, assim como de projecções futuras.

O saber-fazer concretiza-se através da utilização dos instrumentos específicos das metodologias da História e Geografia e na aquisição de hábitos de exigência e rigor a partir do ensaio de processos investigativos.
O tratamento de informação/utilização de fontes, através da análise interpretativa do conteúdo de documentos históricos, de índole diversa, utilizando técnicas adequadas, permitirá a afirmação de uma autonomia pessoal e intelectual com o desenvolvimento do sentido crítico e de argumentação.

A construção do saber-ser passa pela criação de um olhar crítico e problematizante sobre os dados sociais para uma intervenção criteriosa e conscienciosa, ajudando também a desenvolver e a consolidar a autonomia intelectual e cívica de modo a poderem vir a assumir as responsabilidades da cidadania, de forma esclarecida e solidária.
Promovendo o estudo do meio e a defesa do seu património cultural e natural conseguir-se-á descobrir o real prazer do conhecimento do passado, num exercício de reflexão histórico-geográfica que venha a convergir no apuramento da sensibilidade (sensibilidade estética / apreciação crítica das obras de arte), na dinamização das capacidades criativas e na definição de um conjunto de valores éticos, nomeadamente cívicos e políticos.
Os quadros de referências entre o passado e o presente proporcionarão, não só o estabelecimento de analogias, semelhanças e diferenças entre o eu e o(s) outro(s) de diversos tempos e lugares, destacando-se ainda o sentido das permanências e mudanças, finalizando na compreensão da realidade presente.




Ano Lectivo 2004 /2005
Metodologias do Ensino da História e Geografia de Portugal
1º semestre - calendarização das aulas
1ª semana de aulas
“Semana do Ensino Superior e da Mentalidade Europeia”


3º A - 8 Set.
Breve apresentação.

3º B - 9 Set.
Apresentação da comunicação sobre «“História ao Vivo” - Investigação e importância desta estratégia pedagógica»

Aulas do semestre
15 Set. 16 Set.
22 Set. 23 Set.
29 Set. 30 Set.
6 Out. 7 Out.
13 Out. 14 Out.
20 Out. 21 Out.
27 Out. 28 Out.
3 Nov. 4 Nov.
10 Nov. 12 Nov.
17 Nov. 18 Nov.
24 Nov. 25 Nov.
1 Dez. (Feriado) 2 8 Dez. (Feriado) 9 Dez.
15 Dez. 16 Dez.
6 Jan. 7 Jan.
12 Jan. 13 Jan.


PARÂMETROS de AVALIAÇÃO
· Avaliação contínua 2
· Elaboração do Portefólio 2
· Trabalho de Grupo 6 Trabalho de Projecto 10
___________
20 valores

Trabalho de Grupo

Geografia
1. Definir o que é a Geografia - o objecto do seu estudo
2. Apresentar o papel formativo e informativo da Geografia
2.1. Formular as competências específicas em Geografia
2.2. Identificar os atributos que definem o cidadão geograficamente competente
3. Distinguir:

Geografia física / económica / social


4. Apresentar as diferentes formas de representar a Terra
4.1. Classificar os diferentes tipos de Mapas segundo o tema a que se referem


4.2. Ler e interpretar um mapa: Título /Legenda / Escala

na Península Ibérica
4.3. Localizar Portugal na Europa
no Mundo
5. ORIENTAÇÃO
5.1. Representar a Rosa-dos-ventos
5.2. Definir:
latitude
longitude
paralelos / trópicos / círculos
5.3. Representar o Globo Terrestre
6. Pesquisar o vocabulário e/ou os conceitos fundamentais no estudo da Geografia:
6. 1. Relacionados com o RELEVO
acidentado
altitude
baía / enseada
cabo / cabedelo
charneca
colina
costa (baixa e arenosa / alta e rochosa)
duna
declive
desfiladeiro
encosta
escarpa / falésia / ravina
maciço
montanha / monte
pico
planalto
planície / planície aluvial
solo /subsolo
sopé
talude
vale
6.1.1. (Saber-fazer) Mapa da distribuição das principais montanhas, em Portugal

6. 2. Relacionados com o CLIMA
ameno
amplitude térmica
árido
chuva / precipitação / pluviosidade
climatologia
geada
grau de humidade
nebulosidade
nevoeiro
pressão atmosférica
superfície frontal
temperatura
vento
6.2.1. (Saber-fazer) Mapa com os principais tipos de clima, em Portugal

6. 3. Relacionados com a HIDROGRAFIA
afluente
albufeira
aluvião
assoreamento
bacia hidrográfica
baixio
banco de areia
barra
caudal
cheia
confluente
delta
enchente / vazante
estuário
montante / jusante
lago / lagoa
lezíria
margem (direita / esquerda de um rio)
nascente
recursos hídricos
ria
rio
6. 3. 1. (Saber-fazer) Mapa com os principais rios, em Portugal

6. 4. Relacionados com a VEGETAÇÃO
bosque
bosquete
florestação / desflorestação
floresta
mata
6.4.1. (Saber-fazer) Mapa de distribuição da vegetação natural, em Portugal

7.POPULAÇÃO
7.1. Tecer considerações sobre:
densidade populacional
esperança média de vida
grupo etário
natalidade / mortalidade
nível de vida
pirâmide etária
pressão demográfica
recenseamento
sobrepopulação
factores atractivos / repulsivos da população
emigração / imigração / movimentos migratórios
7.2. Classificar a população por sectores de actividades:


sectores Actividades
Primário __________________

Secundário __________________
Terciário __________________

7.3. (Saber-fazer) Mapa da distribuição da população portuguesa

8.REGIÕES AUTÓNOMAS
8.1. Definir Região Autónoma

Açores _____________
8.2. Ilhas do Arquipélago
Madeira _____________

9. Reflectir sobre a aplicação dos conhecimentos geográficos no programa do Estudo do Meio.

BIBLIOGRAFIA

ALEXANDRE, Fernando Manuel da Silva, Diogo, José - Didáctica da Geografia, Texto Editora, Lisboa, 1997.
BRITO, Raquel Soeiro de, Poeira, Mª de Lurdes – Didáctica da Geografia, Universidade Aberta, Lisboa, 1991.
COMPÊNDIOS da Porto Editora (3º ciclo e Ensino Secundário) – existentes na Biblioteca da ESEPF.
CURRÍCULO NACIONAL DO ENSINO BÁSICO, Ministério da Educação, Departamento do Ensino Básico, Lisboa, 2001.
MÉRENNE-SCHOUMAKER, Bernardette - Didáctica da Geografia, Edições ASA, Porto, 1999.
Atlas CD-Rom da Porto Editora - existente na Biblioteca da ESEPF.

Trabalho de Grupo
História
1. Encontrar definições sobre o que é a História e o objecto do seu estudo;
2. Salientar o papel formativo e informativo da História;
2.1. Destacar a função social da História no Mundo de hoje;
3. Descrever as diferentes vertentes em que incide o estudo da História;
4. Distinguir entre “História Científica” e “História Curricular”;
5. Identificar as características essenciais do conhecimento histórico e as competências que a sua aquisição ajuda a desenvolver;
6. Explicar como se pode ensinar História – referência às diferentes estratégias na prática docente;
6.1. Reflectir sobre o “construtivismo” como prática pedagógica actual, em História;
7. Enumerar e explicar os principais recursos didácticos, em História;
7.1. Recorrer às fontes locais como abordagem pedagógica, na História local / Estudo do Meio (na vertente histórica);
8. Apresentar a importância da localização no espaço e no tempo .
9. Justificar a necessidade de ensinar História no Ensino Básico (1º ciclo) – Estudo do Meio.
10. Pesquisar o vocabulário e/ou os conceitos fundamentais no estudo da História.
11. Formular as competências específicas a desenvolver em História (Estudo do Meio);
11.1. Enunciar as competências consideradas essenciais, ao futuro cidadão, “herdadas” pela aprendizagem da História, no final do1º ciclo (Estudo do Meio) e no final do Ensino Básico, numa perspectiva de progressão de aprendizagens.

BIBLIOGRAFIA

CURRÍCULO NACIONAL DO ENSINO BÁSICO, Ministério da Educação, Departamento do Ensino Básico, Lisboa, 2001.
FELIX, Noémia – A História na Educação Básica, Ministério da Educação, Departamento do Ensino Básico, Lisboa, 1998.
MATTOSO, José – A escrita da História, Círculo de Leitores, Mem Martins, 2002.
MATTOSO, José – A função social da História no mundo de hoje, Associação de Professores de História, Lisboa, 1999.
PROENÇA, Mª Cândida, MANIQUE, António Pedro – Didáctica da História local, Texto Editora, Lisboa, 1994.
PROENÇA, Mª Cândida – Didáctica da História, Universidade Aberta, Lisboa, 1999.
ROLDÃO, Mª do Céu – Gostar de História, Texto Editora, Lisboa, 1993
ROLDÃO, Mª do Céu – Estudo do Meio no 1º ciclo, Texto Editora, Lisboa, 1995.